Astroboy, herói do desenho animado que leva seu nome, é um robô que usa sunga e voa por aí salvando todo mundo das situações mais adversas. Eu me recuso a ser salvo por um robô de sunga, I'm very sorry, Astro. Assim como me recuso a ser salvo pelo Super-Homem, pelo Batman, pelo Flash, pelo Lanterna Verde ou por qualquer outro herói que use sungas.
A razão disso é muito simples: não podemos ser salvos por gente inferior a nós. Se alguém nos salva, é porque é superior a nós, porque tem habilidades de que não dispomos, porque é superdotado de alguma forma, e gente de sunga não é superior a ninguém. Talvez gente de sunga seja superior a você, mas não é superior a mim, e acho que se Bruce Wayne lutasse contra o mal usando seu elegante terno, Gotham City lhe seria muito mais grata. Só sou salvo por gente mais bem vestida que eu, porque assim minha auto-estima não é afetada. Você pode até pensar o contrário, pode pensar que isso é uma tolice, mas perceba que os melhores nadadores não usam sungas e sim colants e que os melhores surfistas não usam sungas e sim bermudas.
***
Estou convicto de que Terri Schiavo, a mulher que está há quinze anos viva por meio de aparelhos, quer morrer. Não sei se ela queria morrer antes, só que agora muito provavelmente ela quer, deve ter perdido o amor pela vida, certamente está triste pelo modo com que os acontecimentos se desenrolaram. O Judiciário americano havia determinado o desligamento dos aparelhos, mas o Congresso votou uma lei que proibe a eutanásia, o que manterá Terri viva.
Se ela de alguma forma soube que isso aconteceu, morrerá de desgosto, com sua auto-estima profundamente combalida, totalmente humilhada. Terri Schiavo teve sua vida salva por políticos. É melhor deixar claro: nem gente de sunga é inferior a um político.
(Ps.: Escrevi este texto levianamente, sem conferir nada, e acabo de descobrir que os aparelhos de Terri Schiavo estão desligados. Ela não vai morrer tão infeliz, at least.)
25 de março de 2005
23 de março de 2005
Lamúria
Tenho um anúncio importante deveras a fazer e quero que todos aqui prestem bastante atenção. Venho notando uma tendência no mundinho dos blogs e percebo que algo deve ser feito para frear o avanço dessa onda, portanto, proíbo o uso da palavra "lamúria" por todos aqueles que escrevem poemas góticos. Ninguém mais escreve lamúria nenhuma, seu uso, a partir de hoje, é vetado. Então, você aí, saia de trás desse arbusto, eu o vi escrevendo lamúria no chão. E você, mocinha?, pare de escrever lamúria pelos cantos, estou vigiando, ninguém me escapa.
Aposto meus suspensórios que os poemas góticos ficarão excepcionalmente melhores com a retirada da palavra lamúria. Eu gostaria de proibir a utilização de templates do Marilyn Manson também, mas temo não ser capaz de coibir seu uso - essas pessoas que fazem poemas góticos correm o risco de ficarem felizes sem usar os templates do Marilyn Manson e acabarão revoltando-se contra mim. É um medo que muito me aflige todas as noites.
Aposto meus suspensórios que os poemas góticos ficarão excepcionalmente melhores com a retirada da palavra lamúria. Eu gostaria de proibir a utilização de templates do Marilyn Manson também, mas temo não ser capaz de coibir seu uso - essas pessoas que fazem poemas góticos correm o risco de ficarem felizes sem usar os templates do Marilyn Manson e acabarão revoltando-se contra mim. É um medo que muito me aflige todas as noites.
18 de março de 2005
Cultura
Descobri hoje que o governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, assinou um documento tombando todo tipo de manifestação cultural feita em solo pernambucano pelo imaginário popular - e não por qualquer elitizadozinho por aí, como vocês podem achar, pois tem que ser do povo, tem que ser da nossa gente. Então, já que escrevo em solo pernambucano, em Recife, estou precisando saber se sou ralé o suficiente para ter meu blog figurando como patrimônio cultural do Estado (o que seria muito lisonjeiro, pense você: o Manipulação seria tão importante para o país quanto as músicas da banda Brega.com, que é muito pernambucana, é muito gente-como-a-gente, é muito arte-do-povo).
Como não sei por onde ou para quem perguntar, exporei minha dúvida aqui: como faço para saber se sou plebe o suficiente para meu blog ser tombado pelo governador? Tenho certeza de que sou bem gentinha, mas preciso me certificar antes de ficar orgulhoso, antes que eu saia cantando de clérigo para todo mundo.
Estou fazendo um exaustivo trabalho para parecer menos nobre, não fazendo o mínimo esforço para limpar o rosto, ficando todo remelentinho e meio suado, mas creio que isso ainda não será suficiente e penso que ainda terei que entortar alguns dentes para parecer do povo. Espero mais sugestões para dar um improvement na minha cara de sofrido e assim figurar no topo da produção cultural do Nordeste.
E agora, com licença, vou comer feijão com farinha.
Como não sei por onde ou para quem perguntar, exporei minha dúvida aqui: como faço para saber se sou plebe o suficiente para meu blog ser tombado pelo governador? Tenho certeza de que sou bem gentinha, mas preciso me certificar antes de ficar orgulhoso, antes que eu saia cantando de clérigo para todo mundo.
Estou fazendo um exaustivo trabalho para parecer menos nobre, não fazendo o mínimo esforço para limpar o rosto, ficando todo remelentinho e meio suado, mas creio que isso ainda não será suficiente e penso que ainda terei que entortar alguns dentes para parecer do povo. Espero mais sugestões para dar um improvement na minha cara de sofrido e assim figurar no topo da produção cultural do Nordeste.
E agora, com licença, vou comer feijão com farinha.
15 de março de 2005
Democracia
Perguntaram-me - com aquele sorrisinho esperto no canto da boca e olhando-me de esguelha - se eu penso que democracia é encher urnas. Ainda não tenho certeza, mas acho que foi uma pergunta retórica, já que, para mim, democracia é isso aí mesmo, encher urnas, escolher uns paspalhos para fazer aquilo que não queremos fazer e talvez até consista naquele negócio de liberdade de imprensa, não sei ao certo. E foi isso que eu disse quando me perguntaram, só que aparentemente não foi uma resposta satisfatória, pois ficaram me olhando torto, dizendo que todo mundo espera mais da democracia, querendo que ela proveja, além de eleições, dignidade, afeto e amor para os cidadãos. Que se fosse uma ditadura comunista, poderia até não haver liberdade, mas haveria dignidade para todos.
Ou seja, são pessoas muito carentes, que precisam que o governos lhes dê dignidade, enquanto todo mundo consegue desenvolver esse tipo de coisa sozinho (algumas pessoas até não desenvolvem, acredite, mas não se sentem mal com isso). Para essa gente, se estiverem com problemas psicológicos, precisando de uma esmolinha de dignidade do governo, recomendo a psicanálise ou o site ParPerfeito.com.br, que pode ajudar muito a recuperar a auto-estima. Anote aí.
***
E, aproveitando o post, não posso deixar de dizer que estou todo pimpão com o elogio de Alexandre Soares Silva a mim em seu blog, tanto que estou olhando com o nariz empinado para todo mundo. Em primeiro lugar porque sou fã dele. E também porque gostaria há muito de mandar um abraço e um tapinha na bunda para alguém por aqui. Desta vez, vai para ele. Obrigado, Alexandre!
Ou seja, são pessoas muito carentes, que precisam que o governos lhes dê dignidade, enquanto todo mundo consegue desenvolver esse tipo de coisa sozinho (algumas pessoas até não desenvolvem, acredite, mas não se sentem mal com isso). Para essa gente, se estiverem com problemas psicológicos, precisando de uma esmolinha de dignidade do governo, recomendo a psicanálise ou o site ParPerfeito.com.br, que pode ajudar muito a recuperar a auto-estima. Anote aí.
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E, aproveitando o post, não posso deixar de dizer que estou todo pimpão com o elogio de Alexandre Soares Silva a mim em seu blog, tanto que estou olhando com o nariz empinado para todo mundo. Em primeiro lugar porque sou fã dele. E também porque gostaria há muito de mandar um abraço e um tapinha na bunda para alguém por aqui. Desta vez, vai para ele. Obrigado, Alexandre!
13 de março de 2005
Onde Aguinaldo Silva errou
A cena do casamento de Maria do Carmo com o bicheiro no capítulo final de Senhora do Destino não poderia ter sido mais ridícula e imbecil, o que mostra que faltou a Aguinaldo Silva a sensibilidade para cativar os espectadores. Esta sensibilidade, modéstia à parte, ocorreu-me e eu sugiro à Globo que refilme a cena para quando for passar a novela no Vale a Pena Ver de Novo. Eis a melhor cena de casamento, na minha opinião:
(São Nunca, que era o padre, pergunta ao bicheiro do qual não me recordo o nome e à Maria do Carmo se eles desejam unir-se em matrimônio.)
São Nunca: Bicheiro, desejas unir-se à Maria do Carmo, amando-a e respeitando-a, na alegria e no vocês-sabem-o-resto?
Bicheiro: Sim.
São Nunca: Maria do Carmo, desejas se casar com o bicheiro, amando-o e tudo o mais?
Maria do Carmo: Sim, desejo.
São Nunca: Mas vocês vão se casar só no dia de São Nunca!
(Risos descontrolados do resto do elenco. Carol Castro tira a blusa e cai no chão rindo. Leandra Leal tira a blusa, coloca a boina para esconder seus seios e sai correndo pelo set sem motivo aparente.)
***
Falando em Globo, descobri hoje que Didi Mocó escreveu um livro ano passado, chamado Amizade Sem Fim, com prefácio de Carlos Heitor Cony - que diz que a obra tem de tudo para figurar com mérito e dignidade na prateleira da nobre literatura nacional. Quer dizer, a despeito dos erros de português e das vírgulas mal colocadas, Didi Mocó é um escritor de mão cheia, e não apenas um grande humorista, como todo mundo sabe e se farta de tanto rir.
O livro conta a história de um milionário que fez voto de pobreza e descobriu numa regressão hipnótica que ele tem uma conexão - que não compreendi muito bem qual é - com Jesus Cristo. Então, o livro fala sobre a violência carioca e de como o protagonista desvirgina uma enfermeira.
Didi Mocó quis ser sério nesta obra, o que é muito desolador, já que, provavelmente, a enfermeira não tem um marido negão que aparece depois querendo bater em todo mundo. Uma falta de absurdo totalmente lamentável: Renato Aragão não aprendeu nada em tantos anos atuando em A Turma do Didi. Mas ainda há esperança: ele já está preparando seu segundo romance. Talvez neste haja um negão corno violento querendo bater em todo mundo.
(São Nunca, que era o padre, pergunta ao bicheiro do qual não me recordo o nome e à Maria do Carmo se eles desejam unir-se em matrimônio.)
São Nunca: Bicheiro, desejas unir-se à Maria do Carmo, amando-a e respeitando-a, na alegria e no vocês-sabem-o-resto?
Bicheiro: Sim.
São Nunca: Maria do Carmo, desejas se casar com o bicheiro, amando-o e tudo o mais?
Maria do Carmo: Sim, desejo.
São Nunca: Mas vocês vão se casar só no dia de São Nunca!
(Risos descontrolados do resto do elenco. Carol Castro tira a blusa e cai no chão rindo. Leandra Leal tira a blusa, coloca a boina para esconder seus seios e sai correndo pelo set sem motivo aparente.)
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Falando em Globo, descobri hoje que Didi Mocó escreveu um livro ano passado, chamado Amizade Sem Fim, com prefácio de Carlos Heitor Cony - que diz que a obra tem de tudo para figurar com mérito e dignidade na prateleira da nobre literatura nacional. Quer dizer, a despeito dos erros de português e das vírgulas mal colocadas, Didi Mocó é um escritor de mão cheia, e não apenas um grande humorista, como todo mundo sabe e se farta de tanto rir.
O livro conta a história de um milionário que fez voto de pobreza e descobriu numa regressão hipnótica que ele tem uma conexão - que não compreendi muito bem qual é - com Jesus Cristo. Então, o livro fala sobre a violência carioca e de como o protagonista desvirgina uma enfermeira.
Didi Mocó quis ser sério nesta obra, o que é muito desolador, já que, provavelmente, a enfermeira não tem um marido negão que aparece depois querendo bater em todo mundo. Uma falta de absurdo totalmente lamentável: Renato Aragão não aprendeu nada em tantos anos atuando em A Turma do Didi. Mas ainda há esperança: ele já está preparando seu segundo romance. Talvez neste haja um negão corno violento querendo bater em todo mundo.
11 de março de 2005
Senhora do Destino
Acho que o Aguinaldo Silva entrou num concurso para fazer o pior final de novela da história, uma competição entre ele e o Walcir Carrasco. Claro que o Walcir sai ganhando porque suas novelas já são uma porcaria só por levarem seu nome e, com uma novela porcaria, um final porcaria é muito mais fácil de ser feito. Mas Aguinaldo Silva não quer ficar atrás e, com Senhora do Destino, entrou para o hall dos autores que fazem finais de novelas mais idiotas desse meu Brasilzão.
Aguinaldo Silva mostrou que é capaz de ser um dos maiores escritores de Malhação da história e, desta forma, espero que a direção da Globo tome as providências cabíveis, alocando o autor no núcleo jovem da emissora. Gostaria, por sinal, de mandar uma mensagem ao grande Aguinaldão, dizendo que agora que ele será o autor da novelinha que, por favor, coloque o João para apanhar do pai; vai dar uma super alavancada na audiência, além de, claro, tornar o programinha bem mais interessante.
Espero realmente que ele leia.
Aguinaldo Silva mostrou que é capaz de ser um dos maiores escritores de Malhação da história e, desta forma, espero que a direção da Globo tome as providências cabíveis, alocando o autor no núcleo jovem da emissora. Gostaria, por sinal, de mandar uma mensagem ao grande Aguinaldão, dizendo que agora que ele será o autor da novelinha que, por favor, coloque o João para apanhar do pai; vai dar uma super alavancada na audiência, além de, claro, tornar o programinha bem mais interessante.
Espero realmente que ele leia.
9 de março de 2005
Soletrando o Código da Vinci
No embalo das publicações sobre o Código da Vinci - tais como Quebrando o Código da Vinci, Revelando o Código da Vinci e Decifrando o Código da Vinci -, eu vos mostro meu mais novo trabalho, o Soletrando o Código da Vinci, fruto de anos de pesquisa em que não li o Código da Vinci, mas posso imaginar que seja que um livro muito bacana - assim como também posso imaginar que não o seja, e, na verdade, imagino que seja um livro que fala sobre Formula 1.
Dado isso, mostro aqui em primeira mão para meus queridos leitores fiéis o Soletrando o Código da Vinci, que chegará em breve ao mercado brasileiro.
Dado isso, mostro aqui em primeira mão para meus queridos leitores fiéis o Soletrando o Código da Vinci, que chegará em breve ao mercado brasileiro.
Soletrando o Código da VinciE, em breve, do mesmo autor, eu mesmo, Silabando o Código da Vinci, com todos os truques de separação e pronúncia das silabas do Código da Vinci. Eis uma prévia:
Autor: Howard S. Frost
Tradução: João Pereira Froste
"Vamos lá, repita comigo: C, Ó, D, I, G, O, respire, D, A, respire, V, I, N, C, I."
Silabando o Código da VinciSoon.
Autor: Howard S. Frost
Tradução: Froste Assis
"Diga em voz alta, depois de mim: cê, ó, có; dê, i, di...
3 de março de 2005
Moda
O capacete dos soldados da missão brasileira no Haiti é azul, um azul clarinho, o conhecido azul-calcinha. Percebe-se que os brasileiros são mestres na arte da camuflagem, colocando um uniforme verde com um capacete combinando, portanto, sugiro às tropas brasileiras que usem botas cor-de-rosa e que coloquem um alvo na cabeça, para ficarem com um look super moderno e praticamente invisíveis aos bandidos haitianos. Duvido inclusive que receberiam uma alfinetada do Ronaldo Ésper.
Claro que eu sei que o capacete azul e a roupa verde dos brasileiros pode ajudar muito em situações de risco. Por exemplo, se o soldado, numa vicissitude, for obrigado a fugir, ele pode esconder a cabeça numa piscina e o resto do corpo no meio de uns arbustos. Nunca o encontrariam. Todos os países deveriam adotar nosso modelito para suas Forças Armadas.
***
Quando eu penso num soldado brasileiro se escondendo, sempre imagino-o agachado atrás de um grande vaso de plantas com o capacete aparecendo, talvez mostrando o cofrinho. Na verdade, penso num soldado precisamente atrás do grande vaso de plantas que fica no corredor daqui de minha casa - até porque acho que eu não conseguiria imaginar outro vaso de plantas em outro lugar, pois creio piamente que esse é o único vaso de plantas que existe. Tenho passado muito tempo neste lugar, deitado, sem fazer nada, e aquele vaso ficou gravado na minha cabeça.
O grande vaso de plantas do outro lado do corredor é uma das poucas coisas que eu sei da minha casa, pois só transito entre o quarto, a cozinha e o banheiro. O resto da casa permanece um mistério tão incógnito que eu tenho medo que haja escorpiões, lobisomens ou até Petit Gateaus nos outros aposentos. It scares me to hell.
(Este é o mapa da minha casa na minha mente.)
***
- A Samanta fez uma comunidade no orkut para o Manipulação, vejam aqui. Obrigado, Samanta!
- Já o Ian fez uma comunidade para o Neto, comentarista e estrela do Esporte Total da Band.
Juntem-se.
Claro que eu sei que o capacete azul e a roupa verde dos brasileiros pode ajudar muito em situações de risco. Por exemplo, se o soldado, numa vicissitude, for obrigado a fugir, ele pode esconder a cabeça numa piscina e o resto do corpo no meio de uns arbustos. Nunca o encontrariam. Todos os países deveriam adotar nosso modelito para suas Forças Armadas.
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Quando eu penso num soldado brasileiro se escondendo, sempre imagino-o agachado atrás de um grande vaso de plantas com o capacete aparecendo, talvez mostrando o cofrinho. Na verdade, penso num soldado precisamente atrás do grande vaso de plantas que fica no corredor daqui de minha casa - até porque acho que eu não conseguiria imaginar outro vaso de plantas em outro lugar, pois creio piamente que esse é o único vaso de plantas que existe. Tenho passado muito tempo neste lugar, deitado, sem fazer nada, e aquele vaso ficou gravado na minha cabeça.
O grande vaso de plantas do outro lado do corredor é uma das poucas coisas que eu sei da minha casa, pois só transito entre o quarto, a cozinha e o banheiro. O resto da casa permanece um mistério tão incógnito que eu tenho medo que haja escorpiões, lobisomens ou até Petit Gateaus nos outros aposentos. It scares me to hell.
(Este é o mapa da minha casa na minha mente.)
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- A Samanta fez uma comunidade no orkut para o Manipulação, vejam aqui. Obrigado, Samanta!
- Já o Ian fez uma comunidade para o Neto, comentarista e estrela do Esporte Total da Band.
Juntem-se.
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