Maio 25, 2008
No matter what you try, no matter when, no matter how hard you work, I'll always be one step ahead of you for one simple reason
2:26 AM
Dextah
por frost |
Maio 22, 2008
Por que rejeitar total e completamente o vegetarianismo
9:09 PM
Eu estava conversando com o Gustavo sobre o vegetarianismo, ele me dizia que é ultrajante existir um estilo alimentício que te obrigue a trocar provolone por tofu. Eu não apenas concordo como vou mais além e digo que é ultrajante existir um estilo alimentício que te obrigue a trocar provolone por um personagem de Resident Evil 2:


Tofu nos esgotos de Raccoon City.

Está na minha declaração (secreta) de princípios: "Jamais comerei personagens de Resident Evil 2 (Ok, talvez a Jill)". [Aponta para o leitor vegetariano.] Isso deveria te fazer pensar por um minuto, amigo vegetariano.
por frost |
Maio 20, 2008
Lagoa Azul
12:16 AM
Sou como aqueles caras que analisam a consistência lógica de cada trecho de cada obra de ficção já produzida pela humanidade, e assim vocês podem me pegar direto falando mal de Guerra nas Estrelas porque o som não se propaga no vácuo, dentre outros motivos.

Agora, há um trecho em A Lagoa Azul que eu nunca entendi, que é aquele em que o maluquinho fica puto porque a doidinha não quer dar pra ele. Fica aquela tensão no ar, clima pesado, até que a Brooke Shields decide fazer as pazes com sexo. Qual a lógica disso? O sexo era o próprio ponto em disputa. Vamos trocar "fazer sexo" por "comer spaghetti" para vermos como a coisa toda é nonsensical:

- Irmã, vamos comer spaghetti!
- Jamais.
[Clima tenso]
- ...
- Ok, vamos comer spaghetti.

Fazer sexo funciona para fazer as pazes em todas as brigas cujos motivos não sejam o próprio sexo. Se ela concorda em fazer sexo/comer spaghetti, ela já admitiu que estava errada e que é burra. Todo mundo sabe que sexo é um compromise entre as duas partes ("Ok, nos achamos mutuamente idiotas, mas isso não significa que não podemos trepar").

Você pode ser smart-ass e dizer "Mas ela mudou de idéia, doh!", caso no qual a briga perde todo o sentido no filme. A maluquinha só queria suspender aquele clima chato, os dois sem se falar, o que deve ser meio palha numa ilha deserta. Evidentemente é possível que ela tenha mudado de idéia, mas eu não quero nem contemplar o quão infinitamente retardado seria se esse fosse o caso.
por frost |
Maio 08, 2008
Freudian worries
8:30 PM
Estou sem computador, e em decorrência disso, decidi fazer um desenho do Afro Samurai na tarde do último sábado. Peguei então o encarte do DVD do anime e, inocente eu, escolhi uma das ilustrações do personagem, esta, na qual me basear.

Fui desenhando até me deparar com a posição pouco ortodoxa do cabo da espada, veja a imagem de novo, e percebi que era uma posição bem pouco católica para um cabo de espada, especialmente em se tratando de um desenho em P&B. Fiquei chocado com aquilo e falei "Nossa, isso é um piru!", o que foi basicamente o oposto da minha reação ("Caralho, ele não tem piru!") a quando o Freeza se transformou pela terceira vez em Dragon Ball Z. Mas ignoremos por ora esses supervilões trolhaless.

Fui até consultar minha mãe para ver se ela concordava com minhas impressões falicistas a respeito da ilustração, e a risada dela aparentemente confirmou meus temores. Comecei então a tentar apagar o que já havia desenhado do cabo da espada, o que me obrigou a colocar a espada na outra mão do Afro, o que me obrigou também a apagar o baseado daquela mão do personagem, o que, tudo somado, deixou o desenho duplamente cristão.

No final, tentei até colocar o logo da série para esconder os vestígios manjubais da figura, mas sem sucesso. Veja. E, por sinal, só agora notei como o scan ficou enorme, mas não posso fazer nada quanto a isto nesta lan house fubanga, e você vai abrir o arquivo mesmo assim, você sabe que quer.
por frost |
Abril 02, 2008
Por isso eu só vivo com meu boné gangsta por aqui
1:25 AM
"So I put on my hat and jumped into the hansom which Jack had left at the door. En passant, you may have noticed that this is the second time I have recorded the fact that I put on my hat. English novelists are very careful about this precaution. He put on his hat and walked out of the room. He wished her goodbye, and, putting on his hat, he went out as he had come in. There is never a word said about the hero’s top-coat or his gloves, no matter how cold the weather may be, but the putting on of the hat is always carefully chronicled. Now, there is a reason for this. It is a well-established principle of English common law that, whenever a public disturbance or street mêlée or other shindy takes place, the representative of order shall single out a suitable scapegoat from among the crowd. In case of a mutiny in the Austrian army, I am told, it is usual to shoot every tenth man who is chosen by lot. But here in merry England the instructions are to look round for a man without a hat. When found, he is marched off to the police station with the approval of all concerned. It is part of our unwritten law. Some few months since the principle was actually applied in a cause célèbre by the magistrate himself. A journalist summoned no less a personage than the Duke of Cambridge for assault. The facts were not denied, and the witnesses were all agreed, when succor came from an unexpected quarter. It is a fact, as I have seen it stated in the papers, asked the worthy stipendiary, is it a fact, I ask, that the plaintiff was without a hat? There was no gainsaying this. The prosecutor was hatless at the time of the alleged assault. That settled the matter; and the Commander-in-chief of the British Army left the court (metaphorically speaking) without a stain on his character."

Wordsworth Donisthorpe
por frost |
Dezembro 29, 2007
Estou trabalhando :O
3:15 PM
Estou nos Estados Unidos, trabalhando num subemprego, limpando mesas. No Brasil, toda vez que eu dizia que viria para os EUA trabalhar nisso, ou como garçom, ou como qualquer outra coisa, falavam "Eu queria ver isso". Não sei se esse espanto advinha do fato de que eu estaria trabalhando num subemprego ou do fato de que eu estaria trabalhando. Em qualquer um dos casos, eu continuo maneiro.
por frost |
Dezembro 03, 2007
Stuff
10:30 PM
Descobrir uma doença é como fazer um panetone.

Eu devia fazer uma analogia aqui, mas pensei bem e uma coisa nem tem nada a ver com a outra mesmo.

Mas pensa bem: você passa anos estudando certos sintomas, curas e tal, e quando descobre uma doença nova, o que fazem? Batizam a doença com o seu nome. Era para isso ser uma homenagem?

Agora, sobre fazer panetones. Fazer um panetone é quase tão triste quanto descobrir uma doença. Você pega um pão perfeitamente bom e coloca frutas secas dentro. Meu Deus, se quer estragar um pão, faça isso abertamente, coloque pedras, terra, esterco lá dentro. Não tente estragá-lo de forma velada.
por frost |
Novembro 20, 2007
Minha modesta teoria
4:45 AM
Tenho uma teoria, e ela é facilmente comprovável, totalmente factual, de forma que eu espero que os fundamentalistas cristãos americanos não tentem impedi-la de ser ensinada nas salas de aula. Basicamente é uma teoria que se propõe a explicar o fenômeno das pessoas que trocam de MSN para que você seja obrigado a adicioná-las de novo em outro email, o que não fará absolutamente nenhuma diferença, mas elas insistem em fazer isso só para dar trabalho.

Minha teoria é a seguinte. Essas pessoas querem chamar a atenção. Sei, não é uma teoria muito inovadora, mas ela funciona em vários níveis. Primeiro a pessoa, com quem você provavelmente não fala, muda o MSN. Ela coloca uma mensagem no próprio nome alertando para o destino terrível de quem não adicionar seu novo email -- perdê-la. Você se dá ao trabalho de adicioná-la e não apaga o endereço antigo, porque você está fazendo outra coisa, tipo procurar um wallpaper maneiro de Final Fantasy Advent Children.

Toda vez que passar olhando aleatoriamente pelo seu MSN, seu subconsciente captará o nome da pessoa duas vezes (ou mais, dependendo do quão psico ela for pra ficar mudando repetidamente o email). Assim, você eventualmente vai falar com a pessoa que mudou o email, que havia ardilosamente tramado tudo anteriormente.

Eu posso até, como o Parkman de Heroes, reproduzir com riqueza de detalhes os pensamentos do ser humano que faz esse tipo de coisa: "Como ninguém pode ler meus pensamentos, vou pensar algo moralmente ultrajante, hihi. Eu vou mudar meu endereço de MSN, o que obrigará as pessoas a adicionarem um novo endereço meu. Elas me notarão tanto! I kick ass."

Como sempre as attention whores dominam o mundo e obrigam pessoas inocentes (eu) a adicioná-las em milhares de novos MSNs, o que eu notei agora quando limpava a minha lista de contatos.

Agora, o que é realmente incompreensível é quem apaga a própria conta no orkut para logo em seguida criar outra. É quase como esses vocalistas de certas bandas que saem em carreira solo para fazer músicas iguaizinhas às que faziam em seus grupos (mas pelo menos eles ganham mais dinheiro, menos a Nicole Sherzinger).
por frost |
Novembro 18, 2007
Mawble cawlums
1:30 AM
Colunas gregas são legais, tantos estilos, formas, talvez cores, não sei. O problema é que os gregos faziam prédios inteiros de colunas, rodeados de colunas, lotados de colunas. Você coloca duas colunas na entrada de um lugar, aquilo parece imponente. Você coloca quinhetas e trinta e aquilo fica parecendo um estacionamento. Mas em estacionamentos, obviamente, os gregos eram imbatíveis.
por frost |
Novembro 14, 2007
E as camisas agridem meus olhos
9:00 PM
Nos jogos do Palmeiras com essa camisa fluorescente, eu sempre penso que tem um monte de juízes correndo pelo campo.
por frost |